segunda-feira, 9 de maio de 2011





É sempre assim, quando eu quero fazer alguma coisa a resposta é não, não, não e não, as únocas respostas que sabem dar é a resposta básica não. Qualquer dia já nem sair para a rua posso, com tanta observação, curiosidade, estou desejosa que fassa os meus 18 anos, assim saio rápida mente desta casa e sou independente.
Eu pergunto se posso ficar na escola até mais tarde a resposta é não, eu pergunto se posso trazer uma amiga cá a casa ou ir a casa de uma amiga a resposta é não, não e não. E depois a culpa vem sempre para cima de mim, pois claro sou a mais nova cá da casa, sou a única que tenho que levar com as culpas em cima, sou a única que tenho preocupações com: se eu não tirar boa nota fico de castigo, se eu não fizer isto aqui fico de castigo, se eu, se eu, se eu, se eu e se eu, eu sou a única cá da casa que tenho de levar com tudo em cima, que tenho de carregar todas as minhas necessidades, sim porque com tanta coisa na minha cabeça( estudar para os testes, tirar boa nota nas provas, reconhecer os meus erros, estudar, estudar e estudar...), qual quer dia a minha cabeça explode de e agora que vou desta para melhor...., só penso que se eu morre-se alguem sentiria a minha falta, a mas depois chego sempre á mesma conclusão, claro que vão sentir a minha falta( por causa dos meus dispara-tes, das minhas frases sem sentido algum, das minhas maluquíces, de dar as minhas lições de mural sobre a vida etc,  de eu compreender bem o que dizem quando quase toda a gente vê os lábios a mecher e só consegue ouvir, blá, blá. blá..., de eu começar a invetar coisas, de sonhar e sonhar... de muitas coisas), claro mas mesmo claro que vão sentir a minha falta, até mesmo o meu pior dos piores inimigos (sim porque se não fosse eu, ele nunca se tinha divertido tanto com os meus disparates... Ás vezes gostava que a minha vida fosse melhor.

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